2 de dezembro de 2009

Frente fria deve provocar chuvas intensas em BH a partir de sexta

Até sexta-feira uma nova frente fria deve atingir Minas Gerais e provocar chuvas intensas no centro-sul do estado, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O sistema, que ainda encontra-se sobre o Uruguai (imagem ao lado), deve associar-se à umidade amazônica e permanecer estacionado sobre o Sudeste do país durante o final de semana. Devido à nebulosidade, as temperaturas não irão subir muito nos próximos dias. Na capital, a máxima não passa dos 23° C no sábado.

1 de dezembro de 2009

NOTÍCIA: Aeroporto de Confins é fechado para pousos por causa de nevoeiro

Após operar por instrumentos durante parte desta terça-feira, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi fechado para pousos. De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a medida foi tomada às 15h35 por causa da presença de um nevoeiro. Até às 16h, dos 60 voos programados para desembarcar no aeroporto, 16 tiveram atrasos e oito foram cancelados. Segundo a Infraero, não há previsão para que a pista seja reaberta para pousos. O problema começou por volta das 8h30. O Aeroporto da Pampulha funciona normalmente.

Fonte: Globominas

Previsão para os próximos 5 dias em Belo Horizonte


30 de novembro de 2009

Segunda-feira escura em BH

O último dia do mês de novembro foi bastante escuro em Belo Horizonte e Região Metropolitana. O Sol não apareceu em nenhum momento do dia, como pode ser observado na sequência de fotos acima, feitas de um ponto da capital mineira. Além do céu fechado, a segunda-feira foi marcada por tempo instável e várias pancadas de chuva. Desde o último sábado (28) voltou a chover regularmente na capital, o que permitiu a novembro de 2009 um acumulado de chuva próximo à média histórica. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o volume total acumulado nesse mês em Belo Horizonte (Av. do Contorno) foi igual a 225,6 mm (contra 227,6 mm da Normal Climatológica 1961-1990). E pelo visto dezembro deve começar com chuvas intensas e temperaturas amenas. Acompanhe ao longo da semana aqui no BH TEMPO!

ALERTA: Previsão é de muita chuva para o centro-sul de MG

O centro-sul de Minas Gerais deve ser atingido por chuvas intensas ao longo dessa semana. Pelo menos essa é a previsão para os próximos 7 dias, segundo saídas recentes do modelo Global Forecast System (GFS), mantido pela NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration). O mapa ao lado mostra a estimativa de precipitação, conforme o modelo norte-americano, para os próximos 7 dias na América do Sul (a bolinha preta indica a localização de Belo Horizonte). Nele é possível observar a previsão de volumes superiores a 200 mm nas regiões do Sul e Sudoeste de Minas, Triângulo Mineiro, Campo das Vertentes, Zona da Mata, além da Região Metropolitana de Belo Horizonte, inclusive capital. Dezembro é normalmente o mês mais chuvoso do ano em grande parte de Minas Gerais. Nessa época, a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) - um extenso corredor de umidade entre a Amazônia e o Oceano Atlântico, é capaz de provocar elevados volumes de chuva, como o previsto pelo GFS. O BH TEMPO alerta às populações das regiões citadas sobre o risco de tragédias, como deslizamentos de encostas, alagamentos e enchentes.

29 de novembro de 2009

Instabilidades no centro-sul de MG


Após alguns dias de muito sol e calor, a barreira de ar seco finalmente perdeu força sobre a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o que permitiu a volta das chuvas na tarde desse sábado. Na capital mineira, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o volume total de chuva acumulado entre 13 h e 20 h de ontem chegou aos 82 mm na região da Pampulha! Já na estação oficial do INMET, na Avenida do Contorno, região Centro-Sul da cidade, o acumulado total desse sábado foi igual a 68,9 mm. Com a chuva de ontem, o acumulado mensal nesse local atingiu a marca de 189,2 mm (contra uma média de 227,6 mm). Na região da Pampulha, choveu um pouco menos nesse mês: o acumulado até ontem foi igual a 143 mm.
O domingo amanheceu com céu parcialmente nublado na RMBH e no início da tarde a nebulosidade aumentou, como pode ser observado na imagem acima (à dir.). Ao meio-dia fazia 26,3°C na região da Pampulha, segundo o INMET. Pode voltar a chover à qualquer momento.
PREVISÃO: Os próximos dias devem ser de céu fechado, temperaturas mais amenas e possibilidade de temporais à qualquer hora em todo o estado. Em Belo Horizonte, a chance de chuva é maior entre a tarde de terça e quinta-feira.

28 de novembro de 2009

RMBH encontra-se no "limite" entre instabilidades e ar seco

O estado mineiro é influenciado nesse sábado por, pelo menos, dois sistemas atmosféricos distintos, a saber: 1°) massa de ar quente e úmido, associada ao calor e à elevada umidade; e 2°) massa de ar quente e seco, associada ao domínio do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (ASAS). Enquanto a atuação do primeiro deve provocar chuva, com raios e trovoadas, à qualquer hora do dia no centro-sul do estado, Noroeste e Triângulo, o segundo será responsável por muito sol, calor e baixa umidade relativa do ar durante a tarde no centro-norte de Minas Gerais. Curiosamente, a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) encontra-se na transição entre os dois sistemas, como pode ser observado na imagem ao lado. Municípios do extremo sul da RMBH, como Itaguara, Rio Manso, Brumadinho e até mesmo Ibirité tiveram chuva durante a madrugada e agora têm um início de sábado com céu mais nublado e temperatura amena. Já em Belo Horizonte e em municípios como Lagoa Santa, Pedro Leopoldo e Baldim, o sábado amanhece abafado, com muito sol e poucas nuvens. Até o final da tarde, o sistema de alta pressão associado à massa de ar seco deve perder força e instabilidades poderão avançar sobre a capital, provocando chuva. Antes disso, mais calor: a máxima hoje deve chegar aos 32°C em BH.

27 de novembro de 2009

NOTÍCIA: Principal satélite que monitora o Brasil será desativado

Os institutos de previsão do tempo do Brasil e da América do Sul não vão poder mais contar com as informações geradas diariamente pelo satélite ambiental Goes 10. De acordo com a Agência Atmosférica e Oceânica dos EUA, NOAA, o satélite será desativado até o fim de dezembro, uma vez que seu combustível chegou ao fim.
Lançado em 1997 com o objetivo de substituir o satélite GOES-9 no monitoramento do clima sobre a costa oeste dos EUA, o Goes 10 foi substituído em 2006 pelo seu gêmeo GOES 11 e até agora tem sido mantido como equipamento de backup no caso de falha dos satélites GOES 11 e GOES 12, os mais importantes satélites de monitoramento sobre os EUA.
Na função de reserva, o satélite foi movido pelo governo americano para a longitude de 60 graus oeste, acima da divisa entre Roraima e o Amazonas e se tornou o principal equipamento de monitoramento das condições do clima na América do Sul e Brasil.
Ao contrário do que foi publicado em sites não especializados, os EUA não vão derrubar o satélite. O artefato está posicionado a 36 mil km de altitude acima da linha do equador e antes que esgote sua fonte de combustível será elevado algumas centenas de quilômetros, em uma região conhecida como cemitério de lixo espacial. Ali, devido ao arrasto na atmosfera ser muito menor que nas baixas altitudes, o GOES-10 levará milhares de anos para retornar à Terra, além de não representar riscos de colisão com outros equipamentos em órbita.
Consequências
Depois que for desativado, o Brasil voltará a utilizar as imagens geradas pelo satélite GOES 12, localizado acima do meridiano 75 W (sobre a tríplice fronteira entre Peru, Equador e Colômbia) e otimizado para registrar as condições climáticas da costa leste dos EUA e Caribe.

Com a troca, o Brasil perderá a agilidade necessária na observação do tempo. Enquanto o satélite Goes 10 envia imagens ao país com intervalo de 15 minutos, o Goes 12 transmite imagens de três em três horas dessa parte do hemisfério, tornando as decisões sobre as mudanças do tempo mais complexas e sujeitas a mais erros.
Segundo o coordenador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Inpe, Luis Augusto Machado, o monitoramento do tempo em algumas áreas será severamente prejudicado. “Os satélites geram informações digitais que são transformadas em dados, como campos de vento, estimativa de preciptação, detecção de queimadas e outros. Com a mudança, todas essas aplicações ficarão comprometidas”, explicou.
Atualmente, o índice de acerto da previsão do tempo no Brasil não supera 85%, mas sem ajuda do Goes 10 esse número poderá cair até para 45%.

Dependência
Apesar dos EUA não cobrarem pelo uso das imagens geradas por sua constelação de satélites GOES, a falta de tecnologia e investimento do Brasil no setor nos deixa totalmente dependente dos norte-americanos. A construção de um satélite nacional demoraria entre cinco e seis anos a um custo estimado de R$ 600 milhões, mas o orçamento médio anual da Agência Espacial Brasileira, AEB, nunca ultrapassou os R$ 300 milhões desde 2005.
Resta saber se até a Copa de 2014 ou às Olimpíadas em 2016, o Brasil já terá preenchido essa lacuna espacial, livrando o país de uma dependência tecnológica burra que nem países mais pobres como Índia ou Paquistão possuem.
Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20091126-075208.inc

Fim de semana em BH? Veja a previsão do tempo!


26 de novembro de 2009

Calor e baixa umidade relativa do ar em BH

A tarde dessa quinta-feira é de muito sol, calor e tempo seco na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Entre 15 h e 16 h, a estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia localizada na região da Pampulha, na capital, chegou a registrar 32,6° C e umidade relativa de apenas 25 %. Esse valor está abaixo do limite considerado adequado pela Defesa Civil e Organização Mundial de Saúde (OMS), caracterizando Estado de Atenção. Sob essas condições são recomendados:
- Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas
- Umidificar o ambiente através de vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água.
- Sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol e em áreas vegetadas.
- Consumir bastante água.
Tal situação, anômala para um mês como novembro em Belo Horizonte, deve perdurar até, pelo menos, o próximo domingo, quando as chuvas retornam e o calor diminui.
Atualizado às 16:25

Quinta-feira: mais um dia quente em BH

A onda de calor que atinge grande parte do Brasil deve continuar afetando a capital mineira até, pelo menos, o próximo domingo, quando as chuvas devem voltar e a temperatura cair. Em Belo Horizonte, as temperaturas estão muito acima da média para o mês de novembro. Nessa quinta-feira, por exemplo, a mínima registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) na região da Pampulha foi igual a 22,0° C - esse valor representa uma anomalia positiva de quase 4 graus! Com céu aberto e apenas algumas nuvens em altos níveis (imagem acima e à esq.), a temperatura subiu rápido e às 9 h já fazia 25,1°C. A máxima hoje deve chegar aos 32° C.