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    31 de dezembro de 2009

    Balanço de dezembro de 2009 em Belo Horizonte

    Faltam poucas horas para 2009 terminar e o BH TEMPO preparou um material especial sobre o mês de dezembro (até o dia 30/12) em Belo Horizonte. Os dados utilizados nas análises abaixo provêm de uma estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia localizada na região da Pampulha.


    A maior temperatura máxima observada nesse mês na capital foi igual a 30,5° C na tarde de 17 de dezembro. O calor com máxima superior a 30° C também se fez presente nos dias 12 (30,4° C), 13 (30,3° C), 23 (30,1° C) e 24 (30,1° C). Por outro lado, a tarde chuvosa e nublada do dia 6 de dezembro registrou a menor máxima do período: 20,0° C. A média das máximas ficou em 27,5° C - valor dentro do esperado para dezembro.
    Quanto às mínimas, cuja média mensal ficou em 18,7° C, a madrugada do dia 22 de dezembro apresentou o menor valor do período: apenas 15,0° C. A mínima também foi baixa nas madrugadas dos dias 19 (16,3° C), 18 (16,4° C) e 20 (16,7° C) de dezembro.
    O mês de dezembro é normalmente o mais chuvoso do ano em Belo Horizonte e grande parte de Minas Gerais. Apesar disso, segundo os dados analisados, a chuva desse mês está acima da média histórica. Dos 30 dias considerados, apenas 9 não apresentaram chuva. O maior acumulado registrado em 24 horas foi o do dia 29: 99,6 mm! O dia 5 também apresentou um expressivo volume de chuva: 93,8 mm. Até a meia-noite de hoje havia chovido 677,4 mm na capital mineira - mais que o dobro do volume tipicamente esperado para o mês (319,4 mm).
    PREVISÃO: 2010 deve começar com chuva em Belo Horizonte e Região Metropolitana. Pode chover inclusive durante a hora da virada. Já na primeira semana de janeiro, a nebulosidade diminui e o sol volta a brilhar forte. As temperaturas estarão elevadas e a chance de chuva será pequena. O BH TEMPO deseja a todos seus visitantes um feliz 2010, com muita saúde, sucesso e paz!

    18 de dezembro de 2009

    Reportagem Especial: Arquipélagos de calor

    ARQUIPÉLAGOS DE CALOR

    Por: ADRIANA MARIANO

    112 anos de Belo Horizonte: de clima agradável à insalubridade e poluição
    A temperatura em Belo Horizonte tem aumentado significativamente no último século. Estudos mostram que entre 1911 e 1928, a cidade possuía um clima ameno e salubre em toda sua extensão, devido ao baixo índice de poluentes na atmosfera. Hoje o que se verifica em BH é um fenômeno conhecido como “ilha de calor”, que são manchas urbanas que retêm mais calor e concentração de poluentes no ar, e que elevam as temperaturas médias nesses locais.
    O professor de climatologia do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), Wellington Assis, verifica que em BH existe um arquipélago de calor, já que a cidade apresenta várias ilhas ao longo de toda sua extensão. No centro da cidade, por exemplo, existe uma na região da Praça Sete, e outra na região próxima do Parque Municipal. Uma maneira de se perceber a elevação da temperatura é andar na avenida Afonso Pena, saindo do Parque em direção a Praça Sete.
    Os climas locais, chamados pelos climatologistas de microclimas, são caracterizados, principalmente, por fatores geográficos como localização, topografia, hidrografia e uso e ocupação do solo. Em seu estudo publicado em 2001, o professor Wellington Assis concluiu que o tamanho da parte urbanizada e o número de pessoas que circula em uma região interferem nas temperaturas locais. Quanto maior for uma estrutura urbana, - que apresenta grande número de pessoas por metro quadrado e maior parte do solo impermeabilizado - maiores serão as fontes produtoras de poluição e, conseqüentemente, as temperaturas médias nesses locais.
    Em Belo Horizonte, além do fenômeno das ilhas de calor, existem também diferentes microclimas. O alto grau de urbanização da cidade faz com que existam diferenças climáticas entre regiões da capital. Segundo o mestre em climatologia do Instituto de Geociências da UFMG, Rafael Franca, durante o dia as variações de temperatura entre os microclimas de BH são pequenas, alternando em média 0,5°C. É durante a noite que se pode verificar diferenças mais significativas entre um microclima e outro, um exemplo disso foi no último inverno, onde no centro de BH, próximo à Praça Sete, registrou-se temperaturas de 14°C enquanto, no mesmo horário, os termômetros marcavam 8°C na região da Pampulha.
    Mas Franca alerta que o contrário pode ocorrer, pois o relevo é um fator que também influencia os microclimas: “na Pampulha, às vezes, há registro de temperaturas mais altas do que o hipercentro, devido a topografia de cada região, pois a Pampulha está em uma área de baixada, sujeita a extremos térmicos”, afirma.
    O fenômeno das ilhas de calor acarreta problemas ambientais e de saúde à população. O monóxido de carbono (CO), emitido principalmente por indústrias e veículos, reduz a oxigenação das células do corpo e do cérebro, provocando dores de cabeça, vertigem e outras perturbações sensoriais. Os casos de doenças respiratórias como asma, bronquite e pneumonia aumentam, especialmente no inverno, quando as baixas temperaturas levam ao acumulo da poluição no ar, já que o ar frio impede que as partículas poluentes se dispersem. De acordo com dados da Sociedade Mineira de Pediatria, só em Belo Horizonte verifica-se um aumento médio de 30% nos atendimentos de crianças com problemas nas vias aéreas no período de outono-inverno.
    O pesquisador Wellington Assis sugere, em sua dissertação, algumas medidas que podem melhorar as condições de conforto térmico, salubridade do ar e qualidade ambiental. De acordo com ele, o ideal para tornar o ambiente mais agradável seria um planejamento urbano que incluísse a criação de novas áreas verdes e de pequenos espelhos d’água em meio a regiões altamente ocupadas e impermeabilizadas.
    SAIBA MAIS:
    Níveis Climáticos
    Para facilitar os estudos a respeito dos fenômenos climáticos, os climatologistas classificam o clima em três escalas: macro (global), meso (regional) e microclimáticas (local). Isso se deve ao desafio da ciência tentar entender como as intervenções humanas e fatores da natureza interferem nas escalas climáticas, sobretudo nos microclimas. O interesse dos pesquisadores é saber como interferências simples, por exemplo, gramar ou desmatar uma área podem influenciar na escala climática local.

    12 de dezembro de 2009

    BH comemora aniversário com muito sol e calor

    Vista parcial da Praça Sete em 1940

    Há 112 anos era inaugurada uma das primeiras cidades planejadas do Brasil: Belo Horizonte. Construída para ser sede de um dos estados mais ricos da federação, a capital mineira foi conhecida por muitos anos como uma cidade de clima ameno e saudável, o que atraiu pessoas do mundo todo para tratamento de doenças respiratórias.
    Planejada originalmente para abrigar 200 mil pessoas, a cidade viu sua população crescer rapidamente ao longo do século XX. Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2009 sua população era de quase 2,5 milhões de habitantes.
    Todo esse crescimento teve um preço. O descaso de governos irresponsáveis permitiu a extinção de áreas verdes e a supressão cada vez maior das famosas árvores que um dia deram o título de Cidade Jardim à capital de Minas Gerais. Hoje, quem caminha pelas ruas de Belo Horizonte percebe a ausência de sombra e sente na pele os efeitos do fenômeno da ilha de calor urbana. A diferença de temperatura entre a região central da capital e suas áreas periféricas pode ultrapassar 3° C (Abreu & Assis, 1998).
    A Belo Horizonte de 2009 já não tem o clima agradável de outrora. Além dos temporais cada vez mais severos, a "BH" de hoje tem convivido com dias de calor intenso, pouco vento e baixa umidade relativa do ar - condições que favorecem o acúmulo de poluentes na baixa troposfera.
    Nesse sábado, dia de festa, a charmosa capital amanheceu com céu claro e temperatura agradável: 18,6° C na região da Pampulha, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). A máxima, durante a tarde, foi de 30,4° C.

    11 de dezembro de 2009

    Tarde de muito sol e calor em BH

    Após uma longa sequência de dias nublados e chuvosos, o sol voltou a aparecer forte em Belo Horizonte e Região Metropolitana ainda no final da manhã dessa sexta-feira. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura máxima chegou aos 29,8° C na região da Pampulha. Além do calor, a umidade relativa do ar caiu rapidamente ao longo da tarde e atingiu níveis críticos (29 % entre 14 h e 16 h). A condição de tempo estável, resultante da atuação de um sistema de alta pressão atmosférica, deve persistir até o próximo domingo na capital. Nesse sábado, aniversário de 112 anos de Belo Horizonte, o sol irá brilhar forte e a temperatura pode chegar aos 31° C.

    Pressão aumenta e nebulosidade diminui em MG



    A influência de um sistema de alta pressão atmosférica com centro oceânico deixa o tempo estável, sem condições para chuva, em grande parte do estado de Minas Gerais. Em Belo Horizonte (imagem acima e à dir.), os ventos da circulação marítima são responsáveis por uma manhã de céu parcialmente nublado e temperatura agradável nessa sexta. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, às 10 h fazia 24,6° C com umidade relativa de 69 % na região da Pampulha. Nesse local, a pressão atmosférica está bastante elevada para dezembro e atingiu 920,1 hPa entre 9 h e 10 h da manhã. A partir de amanhã a pressão volta a cair e até domingo as chuvas devem voltar a atingir o centro-sul mineiro. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte deve voltar a chover na segunda-feira.

    10 de dezembro de 2009

    Zona de Convergência de Umidade sobre MG

    O tempo quente e úmido no Norte do país e instabilidades deixadas no litoral do Sudeste pela recente passagem de uma frente fria ainda se organizam em uma extensa Zona de Convergência de Umidade (ZCOU), desde a Amazônia até o litoral sul do Espírito Santo. Esse sistema deixa o tempo instável em grande parte do centro-sul mineiro, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A capital amanheceu com céu nublado nessa quinta-feira. Às 11 h fazia 25°C na região da Pampulha, conforme boletim aeroportuário. Pode chover à qualquer hora do dia e a máxima não deve passar dos 26° C.

    Chuva em dezembro já ultrapassou a média histórica em BH

    As chuvas ocorridas nos primeiros 10 dias de dezembro na capital mineira já foram suficientes para ultrapassar o volume total de chuva esperado para o mês. Segundo dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) localizada na região da Pampulha, de 1° de dezembro até 9 h dessa quinta-feira (10) choveu 324 mm. Esse valor é maior que o volume médio histórico, conforme as Normais Climatológicas 1961-1990 do INMET para dezembro: 319,4 mm. Como estamos apenas no início do mês e a previsão é de mais chuvas, é provável que o acumulado verificado até hoje se eleve consideravelmente. De qualquer forma, o valor observado nesse mês ainda é inferior àquele registrado pela mesma estação em dezembro de 2008 - um dos mais chuvosos da história recente da capital mineira: 833,4 mm. Ao que tudo indica, dezembro de 2009 não quer ficar atrás...

    8 de dezembro de 2009

    Decisão do futuro climático do planeta

    Entre os dias 7 e 18 de dezembro o futuro climático do planeta pode ser decidido em Copenhague, na Dinamarca.

    Por: ADRIANA MARIANO
    A Conferência do Clima em Copenhague (COP15), organizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), tem por objetivo discutir o aquecimento global – comprovado ou não como conseqüência somente da ação do homem - e conciliar os interesses entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento com o meio ambiente.

    Essa é a 15ª edição do evento e cerca de 34 mil pessoas, mais da metade da capacidade, se credenciaram para ir à Conferência. Entre os participantes estão ambientalistas, cientistas e jornalistas. Quase 100 chefes de governo confirmaram presença. O encontro também propõe ser mais decisivo que o fracassado Protocolo de Kyoto, de 1997.

    O grande desafio da COP15 é estabelecer acordos de redução da emissão de gases entre os países mais poluidores do mundo, como os Estados Unidos e a China. O encontro também tem como pauta elaborar um acordo real onde deve estar prevista a facilitação do acesso dos países em desenvolvimento às tecnologias limpas.
    Todas essas medidas podem colaborar para que aquecimento da Terra não passe de 2°C até o fim do século. Negociadores de 192 países têm 10 dias nada fáceis pela frente, pois o mundo necessita de repostas que tragam soluções, e não postergações, para o meio ambiente.

    6 de dezembro de 2009

    Domingo chuvoso em BH



    Áreas de instabilidade associadas à recente passagem de uma frente fria pelo Sudeste do país e ao tempo quente e úmido na Amazônia deixam o céu nublado e com condições para chuva em grande parte de Minas Gerais, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Apenas o extremo sul do estado tem uma tarde de domingo com tempo mais firme. Na capital (imagem acima e à dir.), a chuva persiste e a sensação é de frio. Às 13 h fazia 19,4°C com umidade relativa de 95 % na região da Pampulha, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. No Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins (RMBH), a temperatura era igual a 17° C e a visibilidade estava reduzida à 1500 m às 13 h. A máxima hoje não deve passar dos 21° C em Belo Horizonte.

    5 de dezembro de 2009

    BH permanece chuvosa na tarde desse sábado

    Após uma pequena trégua no início da tarde, a chuva voltou a cair de forma moderada na capital mineira. A pressão atmosférica permanece baixa, o que indica que o ar polar ainda não influencia a região. Nesse caso, a sensação de frio decorre da grande quantidade de nuvens e da umidade elevada. Segundo dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia localizada na região da Pampulha, a maior temperatura registrada nessa tarde foi 22,4° C, entre 14 h e 15 h. Às 17h fazia apenas 19,1° C com umidade relativa de 95 %. A chuva prossegue fraca e uma névoa cobre a capital (imagem à esq.).

    Frente fria permanece sobre MG

    A frente fria responsável pelas chuvas das últimas horas em Minas Gerais permanece sobre o estado e mantém o tempo fechado e chuvoso neste sábado. Em Belo Horizonte, a chuva praticamente não deu trégua desde o final da manhã de ontem. Foram mais de 24 horas de chuva incessante. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), na região da Pampulha, a precipitação acumulada entre 10 h da manhã de ontem e 13 h de hoje foi igual a 71,8 mm! No Sul do país, a massa de ar frio e seco na retaguarda do sistema frontal provocou baixas temperaturas na madrugada de hoje. Em Porto Alegre, a mínima foi de apenas 13° C. Com o céu aberto, a temperatura subiu e às 14 h fazia 27° C na capital gaúcha. Em Belo Horizonte, o aeroporto da Pampulha reportou temperatura de 22° C às 14 h. Essa deve ser a máxima de hoje na capital mineira. Ainda há elevada chance de chuva em grande parte de Minas Gerais.

    4 de dezembro de 2009

    Mais uma manhã nublada em BH / Alerta para chuva intensa



    Áreas de instabilidade associadas à presença de uma frente fria no litoral do Sudeste do país e ao tempo quente e úmido na região amazônica se espalham por Minas Gerais e deixam o céu bastante fechado na manhã dessa sexta-feira em Belo Horizonte e Região Metropolitana (imagens acima). Segundo modelos de previsão do tempo, tais condições devem persistir pelos próximos dias, estabelecendo a chamada Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Esse sistema, comum nessa época do ano, é caracterizado por uma extensa faixa de nebulosidade/umidade entre o Atlântico e a Amazônia. A ZCAS é geralmente responsável por acumulados expressivos de precipitação sobre as regiões onde se organiza. Para a capital mineira é previsto, nos próximos 7 dias, um volume total de precipitação superior a 150 mm, com maiores acumulados entre hoje e domingo. Segundo dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) localizada na região da Pampulha, às 11 h dessa manhã fazia 21,7° C com umidade relativa de 86 %. Nesse local já chovia fraco. Em Belo Horizonte, a máxima não deve passar dos 23° C hoje. A pressão atmosférica permanece baixa e no final da tarde de ontem atingiu um valor mínimo de 912,6 hPa, um dos menores do ano na região da Pampulha.

    2 de dezembro de 2009

    Frente fria deve provocar chuvas intensas em BH a partir de sexta

    Até sexta-feira uma nova frente fria deve atingir Minas Gerais e provocar chuvas intensas no centro-sul do estado, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O sistema, que ainda encontra-se sobre o Uruguai (imagem ao lado), deve associar-se à umidade amazônica e permanecer estacionado sobre o Sudeste do país durante o final de semana. Devido à nebulosidade, as temperaturas não irão subir muito nos próximos dias. Na capital, a máxima não passa dos 23° C no sábado.

    1 de dezembro de 2009

    NOTÍCIA: Aeroporto de Confins é fechado para pousos por causa de nevoeiro

    Após operar por instrumentos durante parte desta terça-feira, o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi fechado para pousos. De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a medida foi tomada às 15h35 por causa da presença de um nevoeiro. Até às 16h, dos 60 voos programados para desembarcar no aeroporto, 16 tiveram atrasos e oito foram cancelados. Segundo a Infraero, não há previsão para que a pista seja reaberta para pousos. O problema começou por volta das 8h30. O Aeroporto da Pampulha funciona normalmente.

    Fonte: Globominas

    Previsão para os próximos 5 dias em Belo Horizonte


    30 de novembro de 2009

    Segunda-feira escura em BH

    O último dia do mês de novembro foi bastante escuro em Belo Horizonte e Região Metropolitana. O Sol não apareceu em nenhum momento do dia, como pode ser observado na sequência de fotos acima, feitas de um ponto da capital mineira. Além do céu fechado, a segunda-feira foi marcada por tempo instável e várias pancadas de chuva. Desde o último sábado (28) voltou a chover regularmente na capital, o que permitiu a novembro de 2009 um acumulado de chuva próximo à média histórica. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o volume total acumulado nesse mês em Belo Horizonte (Av. do Contorno) foi igual a 225,6 mm (contra 227,6 mm da Normal Climatológica 1961-1990). E pelo visto dezembro deve começar com chuvas intensas e temperaturas amenas. Acompanhe ao longo da semana aqui no BH TEMPO!

    ALERTA: Previsão é de muita chuva para o centro-sul de MG

    O centro-sul de Minas Gerais deve ser atingido por chuvas intensas ao longo dessa semana. Pelo menos essa é a previsão para os próximos 7 dias, segundo saídas recentes do modelo Global Forecast System (GFS), mantido pela NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration). O mapa ao lado mostra a estimativa de precipitação, conforme o modelo norte-americano, para os próximos 7 dias na América do Sul (a bolinha preta indica a localização de Belo Horizonte). Nele é possível observar a previsão de volumes superiores a 200 mm nas regiões do Sul e Sudoeste de Minas, Triângulo Mineiro, Campo das Vertentes, Zona da Mata, além da Região Metropolitana de Belo Horizonte, inclusive capital. Dezembro é normalmente o mês mais chuvoso do ano em grande parte de Minas Gerais. Nessa época, a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) - um extenso corredor de umidade entre a Amazônia e o Oceano Atlântico, é capaz de provocar elevados volumes de chuva, como o previsto pelo GFS. O BH TEMPO alerta às populações das regiões citadas sobre o risco de tragédias, como deslizamentos de encostas, alagamentos e enchentes.

    29 de novembro de 2009

    Instabilidades no centro-sul de MG


    Após alguns dias de muito sol e calor, a barreira de ar seco finalmente perdeu força sobre a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o que permitiu a volta das chuvas na tarde desse sábado. Na capital mineira, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o volume total de chuva acumulado entre 13 h e 20 h de ontem chegou aos 82 mm na região da Pampulha! Já na estação oficial do INMET, na Avenida do Contorno, região Centro-Sul da cidade, o acumulado total desse sábado foi igual a 68,9 mm. Com a chuva de ontem, o acumulado mensal nesse local atingiu a marca de 189,2 mm (contra uma média de 227,6 mm). Na região da Pampulha, choveu um pouco menos nesse mês: o acumulado até ontem foi igual a 143 mm.
    O domingo amanheceu com céu parcialmente nublado na RMBH e no início da tarde a nebulosidade aumentou, como pode ser observado na imagem acima (à dir.). Ao meio-dia fazia 26,3°C na região da Pampulha, segundo o INMET. Pode voltar a chover à qualquer momento.
    PREVISÃO: Os próximos dias devem ser de céu fechado, temperaturas mais amenas e possibilidade de temporais à qualquer hora em todo o estado. Em Belo Horizonte, a chance de chuva é maior entre a tarde de terça e quinta-feira.

    28 de novembro de 2009

    RMBH encontra-se no "limite" entre instabilidades e ar seco

    O estado mineiro é influenciado nesse sábado por, pelo menos, dois sistemas atmosféricos distintos, a saber: 1°) massa de ar quente e úmido, associada ao calor e à elevada umidade; e 2°) massa de ar quente e seco, associada ao domínio do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (ASAS). Enquanto a atuação do primeiro deve provocar chuva, com raios e trovoadas, à qualquer hora do dia no centro-sul do estado, Noroeste e Triângulo, o segundo será responsável por muito sol, calor e baixa umidade relativa do ar durante a tarde no centro-norte de Minas Gerais. Curiosamente, a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) encontra-se na transição entre os dois sistemas, como pode ser observado na imagem ao lado. Municípios do extremo sul da RMBH, como Itaguara, Rio Manso, Brumadinho e até mesmo Ibirité tiveram chuva durante a madrugada e agora têm um início de sábado com céu mais nublado e temperatura amena. Já em Belo Horizonte e em municípios como Lagoa Santa, Pedro Leopoldo e Baldim, o sábado amanhece abafado, com muito sol e poucas nuvens. Até o final da tarde, o sistema de alta pressão associado à massa de ar seco deve perder força e instabilidades poderão avançar sobre a capital, provocando chuva. Antes disso, mais calor: a máxima hoje deve chegar aos 32°C em BH.

    27 de novembro de 2009

    NOTÍCIA: Principal satélite que monitora o Brasil será desativado

    Os institutos de previsão do tempo do Brasil e da América do Sul não vão poder mais contar com as informações geradas diariamente pelo satélite ambiental Goes 10. De acordo com a Agência Atmosférica e Oceânica dos EUA, NOAA, o satélite será desativado até o fim de dezembro, uma vez que seu combustível chegou ao fim.
    Lançado em 1997 com o objetivo de substituir o satélite GOES-9 no monitoramento do clima sobre a costa oeste dos EUA, o Goes 10 foi substituído em 2006 pelo seu gêmeo GOES 11 e até agora tem sido mantido como equipamento de backup no caso de falha dos satélites GOES 11 e GOES 12, os mais importantes satélites de monitoramento sobre os EUA.
    Na função de reserva, o satélite foi movido pelo governo americano para a longitude de 60 graus oeste, acima da divisa entre Roraima e o Amazonas e se tornou o principal equipamento de monitoramento das condições do clima na América do Sul e Brasil.
    Ao contrário do que foi publicado em sites não especializados, os EUA não vão derrubar o satélite. O artefato está posicionado a 36 mil km de altitude acima da linha do equador e antes que esgote sua fonte de combustível será elevado algumas centenas de quilômetros, em uma região conhecida como cemitério de lixo espacial. Ali, devido ao arrasto na atmosfera ser muito menor que nas baixas altitudes, o GOES-10 levará milhares de anos para retornar à Terra, além de não representar riscos de colisão com outros equipamentos em órbita.
    Consequências
    Depois que for desativado, o Brasil voltará a utilizar as imagens geradas pelo satélite GOES 12, localizado acima do meridiano 75 W (sobre a tríplice fronteira entre Peru, Equador e Colômbia) e otimizado para registrar as condições climáticas da costa leste dos EUA e Caribe.

    Com a troca, o Brasil perderá a agilidade necessária na observação do tempo. Enquanto o satélite Goes 10 envia imagens ao país com intervalo de 15 minutos, o Goes 12 transmite imagens de três em três horas dessa parte do hemisfério, tornando as decisões sobre as mudanças do tempo mais complexas e sujeitas a mais erros.
    Segundo o coordenador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Inpe, Luis Augusto Machado, o monitoramento do tempo em algumas áreas será severamente prejudicado. “Os satélites geram informações digitais que são transformadas em dados, como campos de vento, estimativa de preciptação, detecção de queimadas e outros. Com a mudança, todas essas aplicações ficarão comprometidas”, explicou.
    Atualmente, o índice de acerto da previsão do tempo no Brasil não supera 85%, mas sem ajuda do Goes 10 esse número poderá cair até para 45%.

    Dependência
    Apesar dos EUA não cobrarem pelo uso das imagens geradas por sua constelação de satélites GOES, a falta de tecnologia e investimento do Brasil no setor nos deixa totalmente dependente dos norte-americanos. A construção de um satélite nacional demoraria entre cinco e seis anos a um custo estimado de R$ 600 milhões, mas o orçamento médio anual da Agência Espacial Brasileira, AEB, nunca ultrapassou os R$ 300 milhões desde 2005.
    Resta saber se até a Copa de 2014 ou às Olimpíadas em 2016, o Brasil já terá preenchido essa lacuna espacial, livrando o país de uma dependência tecnológica burra que nem países mais pobres como Índia ou Paquistão possuem.
    Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20091126-075208.inc

    Fim de semana em BH? Veja a previsão do tempo!


    26 de novembro de 2009

    Calor e baixa umidade relativa do ar em BH

    A tarde dessa quinta-feira é de muito sol, calor e tempo seco na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Entre 15 h e 16 h, a estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia localizada na região da Pampulha, na capital, chegou a registrar 32,6° C e umidade relativa de apenas 25 %. Esse valor está abaixo do limite considerado adequado pela Defesa Civil e Organização Mundial de Saúde (OMS), caracterizando Estado de Atenção. Sob essas condições são recomendados:
    - Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas
    - Umidificar o ambiente através de vaporizadores, toalhas molhadas e recipientes com água.
    - Sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol e em áreas vegetadas.
    - Consumir bastante água.
    Tal situação, anômala para um mês como novembro em Belo Horizonte, deve perdurar até, pelo menos, o próximo domingo, quando as chuvas retornam e o calor diminui.
    Atualizado às 16:25

    Quinta-feira: mais um dia quente em BH

    A onda de calor que atinge grande parte do Brasil deve continuar afetando a capital mineira até, pelo menos, o próximo domingo, quando as chuvas devem voltar e a temperatura cair. Em Belo Horizonte, as temperaturas estão muito acima da média para o mês de novembro. Nessa quinta-feira, por exemplo, a mínima registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) na região da Pampulha foi igual a 22,0° C - esse valor representa uma anomalia positiva de quase 4 graus! Com céu aberto e apenas algumas nuvens em altos níveis (imagem acima e à esq.), a temperatura subiu rápido e às 9 h já fazia 25,1°C. A máxima hoje deve chegar aos 32° C.

    24 de novembro de 2009

    Novembro anômalo: onda de calor e seca atinge MG

    Novembro de 2009 tem sido marcado por anomalias climáticas em quase todo o estado de Minas Gerais. Além das temperaturas acima da média histórica, a chuva tem sido escassa e irregular, apresentando volumes muito inferiores ao esperado para um dos meses mais chuvosos do ano. Do dia 1°/11 até ontem (23/11), a média das temperaturas máximas em Belo Horizonte ficou em 29,7° C. Esse valor está 2,2° C acima da média para o mês (27,5°C). A média das temperaturas mínimas para esse mês na capital também representam uma anomalia positiva: 19,7° C contra 18,2° C da média histórica (ou seja, +1,5° C). Veja na tabela abaixo*:

    Quanto à precipitação, o volume acumulado do início do mês até ontem foi de apenas 57,2 mm. A média mensal é igual a 227,6 mm.

    O BH TEMPO acredita que grande parte dessas anomalias possa ser atribuída: 1) ao predomínio do escoamento de norte/nordeste, ou seja, intensificação dos sistemas tropicais sobre a região. Nesse caso, as frentes frias e massas de ar do sul do continente encontram dificuldades para atingir o estado e 2) ocorrência do fenômeno El Niño no Oceano Pacífico, o que agudiza o gradiente térmico entre equador e polos.

    PREVISÃO: Infelizmente a previsão não é nada animadora para aqueles que desejam a volta das chuvas e de temperaturas mais amenas. Os modelos de previsão atmosférica estão confusos, porém, existe um consenso de que para os próximos 7 dias essa situação de desconforto persistirá no centro-norte mineiro, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A dica é ingerir muito líquido e usar protetor solar.

    *Os dados utilizados para elaboração da tabela acima pertencem ao Instituto Nacional de Meteorologia e foram registrados por sua estação automática localizada na região da Pampulha.

    21 de novembro de 2009

    Sol e calor em grande parte de MG

    Ainda sob influência do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (ASAS), as temperaturas ficaram bastante elevadas em todo o estado de Minas Gerais nesse sábado. Em Belo Horizonte, o dia foi ensolarado com poucas nuvens, como pode ser observado na imagem ao lado. A temperatura máxima registrada na capital foi igual a 30.4° C entre 15 h e 16 h, conforme dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) na região da Pampulha. Confira a temperatura máxima em outras cidades mineiras nesse sábado*:
    Itaobim: 33.8°C
    Uberlândia: 32.4°C
    Unaí: 32.1°C
    Governador Valadares: 32.7°C
    Passos: 32.2°C
    Varginha: 30.7°C
    Teofilo Otoni: 30.9°C
    São João Del-Rey: 30.8°C
    Juiz de Fora: 30.0°C
    * Os dados são de estações automáticas do INMET.

    20 de novembro de 2009

    Tarde de sol e calor em MG


    Minas Gerais ainda está sob influência de um sistema de alta pressão atmosférica, que afasta as instabilidades de chuva e deixa o tempo firme na tarde dessa sexta-feira. Conhecido como Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (ASAS), esse sistema atua com maior frequência sobre o Sudeste do país durante os meses da estação seca (abril a setembro). No entanto, isso não significa que sua influência num mês como novembro, em plena estação chuvosa, seja anômala. Mesmo nos meses mais chuvosos do ano é comum a ocorrência de curtos períodos (5 a 15 dias) de tempo estável, sem condições para chuva, devido à atuação do ASAS. Na capital mineira (imagem acima e à dir.), a tarde foi quente, com máxima de 30,4° C (entre 16h e 17 h) na região da Pampulha, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia. Nesse horário, a umidade relativa do ar caiu para 39 %. Até a próxima segunda, o ASAS perde força sobre o estado e as "chuvas de verão" devem voltar a atingir a Região Metropolitana de Belo Horizonte. Enquanto isso...muito sol e calor para Minas Gerais!

    19 de novembro de 2009

    Exceto Triângulo, MG terá noite de céu aberto

    Uma massa de ar seco associada a um sistema de alta pressão atmosférica com centro oceânico predomina sobre Minas Gerais e impede a formação de nuvens de chuva em quase todo o estado. Apenas no Triângulo Mineiro, a combinação entre o calor diurno e a elevada umidade foi capaz de gerar instabilidades que cobrem o céu durante a noite dessa quinta-feira. A presença de nebulosidade sobre essas regiões deverá dificultar a perda radiativa noturna, deixando a madrugada bastante abafada. Em Uberaba fazia 27° C às 22 horas, segundo aeroporto local! Amanhã pode chover no Triângulo e no extremo Sul de Minas.

    18 de novembro de 2009

    NOTÍCIA: Inmet completa 100 anos de existência hoje (18/11/2009)

    "A previsão do tempo é fundamental para o funcionamento de várias atividades do cotidiano, como a aviação e a agricultura, e também para que as pessoas possam se programar para períodos de chuvas e sol. Nesta quarta-feira (18/11), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), um dos Institutos que fazem a previsão climática do país, completa 100 anos de existência.
    Fazer a previsão não é tarefa fácil. A chefe da previsão do tempo do Inmet de Brasília, Márcia Seabra, explica que a previsão começa com um diagnóstico como o feito por um médico. "Precisamos desse diagnóstico para saber o que está acontecendo no momento, juntamos imagens de satélite e dados das estações meteorológicas", explica. Após esta coleta de dados, como precipitação, ventos, umidade relativa do ar e pressão, e com o auxílio de supercomputadores, é feita uma simulação, através de modelos numéricos, de como se comportará o tempo num intervalo de 24h, 48h, 72h e 96h à frente.
    Há ainda a análise dos dados pelos meteorologistas, pois nem sempre o que chega ao Inmet está correto. "Os erros na previsão que temos hoje são muito baixos ainda mais se comparar com a década de 1970 e 1980", afirma Márcia. Para que tudo saia perfeito, o Inmet possui dois tipos de estações, automáticas e convencionais. "A convencional precisa que uma pessoa vá até o local a cada 6 horas para ler os instrumentos, já as automáticas conseguem transmitir os dados a cada hora", explica. O Inmet possui 455 unidades automáticas e 298 convencionais.
    Festa
    As comemorações dos 100 anos do Inmet vão até esta quinta-feira (19/11). Hoje, a programação começou às 10h com Hino Nacional Brasileiro tocado pela Banda do Corpo de Bombeiros na sede do Instituto. Em seguida, o ministro Reinhold Stephanes fez a abertura oficial da celebração e houve o lançamento do livro "Inmet - 100 Anos de Meteorologia no Brasil". Palestras e uma visita à Biblioteca Nacional de Meteorologia encerraram a programação de hoje.
    Para a quinta-feira, será realizada uma reunião para elaboração do prognóstico climático de consenso entre Inmet, Inpe, Centros Estaduais de Meteorologia e Hidrologia e outras instituições, com validade para o período de dezembro de 2009 a fevereiro de 2010. Após a reunião do fórum climático, haverá a apresentação de novos produtos do Inmet, relacionados ao Monitoramento do Clima e aplicações.
    Curiosidades
    O site do Inmet traz curiosidades sobre o clima no Brasil. Brasília é citada por ter registrado em 7 de agosto de 2002 o menor índice de umidade do ar, 10%. A maior temperatura máxima registrada no Brasil foi na cidade do Bom Jesus do Piauí, em 21 de Novembro de 2005, com 44,7º C. A temperatura mínima foi na cidade de Xanxerê, Estado de Santa Catarina, chegando a -11,1º C, em 20 de Julho de 1953. A maior quantidade de chuva em 24 horas na última década foi na cidade de Florianópolis, chegando aos 404,8 mm em 15 de novembro de 1991. Nesta localidade no mês de novembro, normalmente chove o equivalente à 129mm."
    Fonte: Correio Braziliense
    O BH TEMPO parabeniza todos os profissionais do Instituto Nacional de Meteorologia!

    Quarta-feira de céu claro em BH

    O predomínio de um sistema de alta pressão atmosférica sobre parte do Sudeste do país foi responsável por uma tarde de céu claro, com poucas nuvens, nesta quarta-feira em Belo Horizonte e Região Metropolitana. Esse sistema também favoreceu a ocorrência de rajadas moderadas de vento leste/nordeste nas últimas horas. No início da tarde, a estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) localizada na região da Pampulha chegou a registrar ventos com velocidade de até 39,6 km/h. A circulação marítima regulou o calor e não deixou a temperatura subir tanto, apesar do céu aberto (à esq.). Segundo o INMET, a máxima registrada na tarde de hoje foi igual a 27,8° C. Amanhã, o sol deve voltar a brilhar forte e os termômetros sobem um pouco mais. Na capital mineira, a máxima poderá chegar aos 29° C.

    16 de novembro de 2009

    Calor intenso e pressão atmosférica baixa em BH

    O calor da tarde dessa segunda-feira pode ser considerado um dos mais intensos de 2009 em Belo Horizonte. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre 15h e 16h, a temperatura chegou aos 32,4° C na região da Pampulha. Poucas vezes nesse ano a capital teve uma máxima maior que a registrada hoje. Veja abaixo:
    Dia / Temperatura máxima

    29/09: 33,9° C
    19/09: 33,0° C
    20/09: 32,9° C
    05/03: 32,6° C
    Hoje: 32,4° C

    Nesse caso, a tarde dessa segunda-feira pode ser considerada a 5ª mais quente de 2009, até o momento, em Belo Horizonte.

    PRESSÃO: A pressão atmosférica, por sua vez, está em baixa. Entre 17h e 18h de hoje, a estação automática do INMET na capital registrou 910,8 hPa. Para efeito de comparação, o menor valor observado esse ano foi 909,0 hPa, na tarde do dia 3 de janeiro. Já o maior (926,9 hPa) foi observado no final da manhã do dia 11 de setembro. A pressão baixa, aliada ao calor e à elevada umidade, estimula a organização de intensos sistemas de chuva. Nas próximas horas pode chover forte, com raios e trovoadas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

    Segunda-feira com alerta de chuva forte em BH

    O calor intenso das últimas horas deve provocar pancadas de chuva forte, com raios e trovoadas, até o final da tarde dessa segunda-feira na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Na capital (à esq.), o dia amanheceu parcialmente nublado e bastante abafado. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura mínima registrada na madrugada de hoje na região da Pampulha foi igual a 21,4° C, entre 6h e 7h. No entanto, ainda no começo da manhã, a temperatura se elevou rapidamente e às 10h já fazia 29° C, segundo aeroporto da Pampulha.

    15 de novembro de 2009

    Muito calor em Belo Horizonte

    Conforme previsto pelo BH TEMPO, o domingo foi de muito sol e calor em grande parte de Minas Gerais, inclusive em Belo Horizonte e Região Metropolitana. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a maior temperatura registrada hoje na capital foi 31,7° C, entre 14h e 15h. Como a umidade relativa do ar se manteve acima dos 40 % ao longo de todo o dia, a sensação térmica foi de até 34° C durante a tarde. Ontem, o BH TEMPO divulgou que, até essa segunda, a máxima poderia chegar aos 32° C em Belo Horizonte.
    NOITE E MADRUGADA QUENTE: E a noite desse domingo segue muito quente na capital mineira. Embora a nebulosidade formada pelo calor diurno tenha avançado sobre a RMBH, ainda não choveu. Nesse caso, as nuvens apenas impedem a perda radiativa noturna, criando um efeito estufa localizado. Às 23 h fazia impressionantes 26,3° C na capital mineira, segundo dados do INMET registrados na região da Pampulha. A próxima madrugada deve se converter na mais quente do ano na capital, com mínima em torno dos 23°C.

    Imagem do satélite GOES10. Horário: 22:30 BR / Fonte: CPTEC

    14 de novembro de 2009

    RMBH: chuvas devem retornar segunda-feira

    Depois de um final de semana de muito sol e calor devido a atuação de um sistema de alta pressão atmosférica sobre Minas Gerais, as chuvas devem voltar a cair em grande parte do estado, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a partir da próxima segunda-feira. Na capital, a chuva deve vir forte, com raios e trovoadas, já no final da tarde de segunda. Até lá as temperaturas máximas ficarão elevadas. Em Belo Horizonte, a máxima pode atingir os 32°C na segunda. Hoje, a maior temperatura registrada na estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia na região da Pampulha foi igual a 29,2° C. Já na estação oficial localizada na sede do 5° Distrito de Meteorologia na Avenida do Contorno, a máxima foi de 29,9° C.

    13 de novembro de 2009

    Juiz de Fora: chuva forte durante a madrugada provoca duas mortes

    A forte chuva que atingiu a Zona da Mata mineira na madrugada dessa sexta-feira (13) provocou a morte de duas pessoas em Juiz de Fora. Uma casa desabou e mãe e filha morreram soterradas na Vila Ideal, região Sudeste da cidade. A residência estava em uma encosta que deslizou. A chuva dessa madrugada começou ainda no final da noite de ontem - por volta das 22h - e seguiu ininterrupta até, pelo menos, as 4 h da manhã. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, somente nesse período choveu 73,6 mm em Juiz de Fora. Isso representa 73,6 litros de água por metro quadrado em apenas 6 horas! Na manhã de hoje a chuva deu um trégua, mas o céu permanecia parcialmente nublado. Ao meio-dia fazia 24° C com umidade relativa de 74 %, segundo dados do aeroporto da cidade. A máxima hoje deve atingir os 27° C e não há previsão de chuva expressiva.

    12 de novembro de 2009

    Fim de semana será de muito sol e calor em MG

    A nebulosidade diminuiu em Minas Gerais nessa quinta-feira e os próximos dias devem ser de muito sol, calor e apenas chuva isolada, localmente forte. Confira abaixo a previsão para os próximos 3 dias em algumas cidades mineiras: