Em grande parte do litoral brasileiro, agosto é conhecido como mês dos ventos. É nessa época do ano que o Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (ASAS), um sistema de alta pressão com centro em alto mar, costuma se intensificar e ampliar sua área de influência sobre o continente Sul-Americano. Como no Hemisfério Sul sistemas de alta pressão giram em sentido anti-horário, o resultado são ventos de leste e nordeste em quase toda a costa brasileira. O mapa ao lado mostra a climatologia (período 1968-1996) da pressão média ao nível do mar em agosto no Atlântico Sul. Observe entre a África e a América do Sul, próximo à latitude 30° S, o centro barométrico do ASAS com valor próximo a 1023,6 mb. Os dados pertencem ao National Center for Environmental Prediction (NCEP/NOAA). Minas Gerais não tem mar, mas de certa forma também é atingido por ventos provenientes da atividade do Anticiclone Subtropical. Na tarde de hoje, por exemplo, Belo Horizonte teve rajadas de vento de até 38,1 km/h na região da Pampulha. Nos bairros mais altos da capital, esse valor certamente foi maior. Apesar de todo esse vento, a temperatura se elevou e a umidade caiu. A máxima oficial registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia na região Centro-Sul da cidade foi igual a 29,0° C. Nesse instante a umidade relativa caiu para 24 %. Amanhã, a chegada de ventos mais frios e úmidos deve reduzir a temperatura e elevar a umidade durante as tardes. Em Belo Horizonte, máxima em torno de 26° C. 7 de agosto de 2009
Ventos de agosto
Em grande parte do litoral brasileiro, agosto é conhecido como mês dos ventos. É nessa época do ano que o Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul (ASAS), um sistema de alta pressão com centro em alto mar, costuma se intensificar e ampliar sua área de influência sobre o continente Sul-Americano. Como no Hemisfério Sul sistemas de alta pressão giram em sentido anti-horário, o resultado são ventos de leste e nordeste em quase toda a costa brasileira. O mapa ao lado mostra a climatologia (período 1968-1996) da pressão média ao nível do mar em agosto no Atlântico Sul. Observe entre a África e a América do Sul, próximo à latitude 30° S, o centro barométrico do ASAS com valor próximo a 1023,6 mb. Os dados pertencem ao National Center for Environmental Prediction (NCEP/NOAA). Minas Gerais não tem mar, mas de certa forma também é atingido por ventos provenientes da atividade do Anticiclone Subtropical. Na tarde de hoje, por exemplo, Belo Horizonte teve rajadas de vento de até 38,1 km/h na região da Pampulha. Nos bairros mais altos da capital, esse valor certamente foi maior. Apesar de todo esse vento, a temperatura se elevou e a umidade caiu. A máxima oficial registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia na região Centro-Sul da cidade foi igual a 29,0° C. Nesse instante a umidade relativa caiu para 24 %. Amanhã, a chegada de ventos mais frios e úmidos deve reduzir a temperatura e elevar a umidade durante as tardes. Em Belo Horizonte, máxima em torno de 26° C. 6 de agosto de 2009
Capital tem céu parcialmente nublado nesse final de tarde
Belo Horizonte teve mais um dia de sol e calor nesta quinta-feira. A temperatura máxima - oficial - registrada pelo termômetro do Instituto Nacional de Meteorologia na zona Centro-Sul da capital foi igual a 28,1° C. Na região da Pampulha, a estação automática do mesmo órgão chegou a marcar 28,6° C e umidade relativa de 24 %. No final da tarde, várias nuvens cobriram a cidade, como mostrado pela imagem ao lado. Contudo, embora desperte atenção, esse tipo de nebulosidade (pouco espessa) é incapaz de provocar chuva. Não há qualquer expectativa de precipitação para Belo Horizonte nos próximos 5 dias. A última chuva significativa observada na cidade foi em 28 de junho - 39 dias atrás.Ar seco volta a ganhar força sobre Minas Gerais
A massa de ar quente e seco que tem atuado em Minas Gerais desde meados de julho volta a predominar sobre quase todo o estado nesta quinta-feira. Durante a tarde, além do calor, a baixa umidade e o acúmulo de poluentes devem causar bastante desconforto às populações da Região Metropolitana de Belo Horizonte, Montes Claros, Uberlândia, Uberaba e demais aglomerações urbanas do centro-norte e Triângulo mineiro. No meio rural, o maior problema são as queimadas florestais. Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE), o risco de incêndios é alto a crítico em boa parte de Minas Gerais. Apenas no Sul de Minas e parte da Zona da Mata o risco é baixo ou mínimo. Confira no mapa abaixo: 5 de agosto de 2009
BH tem manhã amena e com fortes rajadas de vento
Após uma longa sequência de dias de sol, calor e tempo seco, Belo Horizonte amanheceu diferente nesta quarta-feira. Ventos mais frios e úmidos, associados a um sistema de alta pressão posicionado entre o continente e o oceano, conseguiram, finalmente, atingir a RMBH. Nesta manhã, rajadas de vento de até 41,4 km/h foram registradas pela estação automática do INMET na região da Pampulha. O transporte de umidade para o continente também é responsável pela formação de nebulosidade estratiforme sobre a capital, conforme imagem ao lado. Essas condições propiciaram uma queda de quase 6 graus de temperatura em relação à ontem na cidade. Às 11 da manhã desta quarta fazia 21,2° C e umidade relativa de 60 %. Ontem, no mesmo horário, a temperatura era igual a 27,1° C e a umidade estava em 39 %. Em Belo Horizonte não há chance de chuva, mas nas regiões mineiras mais próximas do oceano é provável que ocorra algum acumulado de precipitação. Em Juiz de Fora, por exemplo, a temperatura às 11 horas era de apenas 15,6° C e a umidade estava em 98%, segundo dados da estação automática do INMET. Na cidade, o céu encontra-se bastante fechado e pode chover fraco à qualquer momento. 4 de agosto de 2009
Tarde quente em BH
A tarde dessa terça-feira é de muito calor na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Entre 14 e 15 horas, a temperatura já havia atingido a marca de 31,3° C em Florestal, a 50 km de BH. Em Lagoa Santa, o aeroporto local registrava 30° C às 14 horas. Na região da Pampulha, em Belo Horizonte, o termômetro da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia chegou a marcar 30,5° C entre 14 e 15 horas. A umidade relativa do ar já havia baixado aos 29 %. Na capital, o céu está claro com poucas nuvens, conforme imagem ao lado. A previsão para os próximos dias ainda é de muito calor e tempo seco em grande parte de Minas Gerais. Atenção para o alto risco de queimadas florestais!3 de agosto de 2009
Bloqueio provoca anomalias na América do Sul

Semana entre 26 de julho e 1° de agosto de 2009

*Os mapas à esquerda mostram a anomalia de temperatura para o período e os à direita, o acumulado total de precipitação.
2 de agosto de 2009
Série 'Climas de Minas': conheça Diamantina!
A bela cidade de Diamantina, antigo Arraial do Tejuco, localiza-se na mesorregião do Jequitinhonha, a 298 km de distância da capital mineira e no alto de um importante divisor de águas de Minas Gerais: a Serra do Espinhaço. A sede do município encontra-se a uma altitude de 1279 m, mas algumas porções de seu território ultrapassam os 1500 m. São nessas áreas que se originam os primeiros afluentes do Rio Jequitinhonha. 
Embora se localize na região do Vale do Jequitinhonha, conhecida por seus problemas com a seca, Diamantina não carece de umidade. O acumulado médio anual de precipitação é igual a 1404,7 mm. O mês mais chuvoso - janeiro - chega a apresentar um volume médio de 307 mm. Durante a estação seca - abril a setembro - chove pouco, porém o vento constante e as temperaturas amenas preservam a umidade relativa. A média anual de umidade é igual a 76,7 %, quase 5 % maior que a de Belo Horizonte. O mês com menor índice médio dessa variável é agosto, com 69,8 %. Para se ter uma idéia, Belo Horizonte tem média de 64,5 % no mesmo mês.
Além de todas essas vantagens, Diamantina ainda possui uma respeitável quantidade de horas de brilho solar por ano, o que é ótimo para a saúde humana. O total anual chega a 2397,2 horas, sendo agosto o mês mais "ensolarado" (251,1 horas) e novembro o com menor insolação (151,4 horas). Esse comportamento reflete o índice pluviométrico da região. O gráfico abaixo mostra um comparativo entre Diamantina, Belo Horizonte e Juiz de Fora no que diz respeito à horas de brilho solar.

Curiosidades:
- Entre 1972 e 1990, a maior temperatura registrada em Diamantina foi no dia 8 de outubro de 1987: 35,8° C.
- No mesmo período, a menor temperatura foi 2,8° C, no dia 31 de julho de 1972.
- Ainda nesse período, o maior volume de chuva acumulado em 24 horas foi o de 4 de abril de 1987: 134,8 mm!
- No mês de fevereiro, em plena estação chuvosa, é comum a ocorrência de "veranicos", isto é, períodos com até 20 dias de duração sem chuva.
Gostou da série? Sentiu falta de algo? Você pode participar sugerindo a próxima cidade a ser escolhida. O BH TEMPO receberá nomes até o dia 23 de agosto na seção "Comentários" deste post. Participe!
Nebulosidade aumenta em Minas
A tarde desse domingo começou com muitas nuvens em quase todo o Estado de Minas Gerais, conforme imagem de satélite acima. No entanto, grande parte dessa nebulosidade encontra-se em médios e altos níveis da atmosfera e dificilmente irá provocar chuva. Apesar disso, as nuvens impedem a elevação da temperatura e mantêm a umidade em patamares aceitáveis. Em Belo Horizonte (imagem acima), o céu também encontra-se parcialmente nublado. Às 14 horas fazia 27,3° C com umidade relativa de 37 %, segundo dados da estação automática do INMET na região da Pampulha.




