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bhtempo

    19 de setembro de 2009

    Belo Horizonte registra recorde de calor no ano: 33,0° C!

    A capital mineira, a exemplo de grande parte de Minas Gerais, teve nesse sábado sua tarde mais quente de 2009 até o momento. A temperatura máxima registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia na região da Pampulha foi igual a 33,0° C, entre 14 e 15 horas da tarde. Antes, a maior temperatura registrada esse ano era 32,6° C, na tarde do dia 5 de março. Amanhã ainda faz muito calor na Região Metropolitana de Belo Horizonte e no centro-norte de Minas Gerais, porém a chance de chuva aumenta, o que pode aliviar um pouco o desconforto proporcionado pelas altas temperaturas. A imagem ao lado mostra o aspecto do céu na capital no final dessa tarde.

    Frente fria avança para Sul de Minas e Triângulo / Muito calor na RMBH

    Instabilidades de uma frente fria que se encontra no Sudeste do país avançam sobre Minas Gerais e já influenciam as condições de tempo no Sul do estado e no Triângulo Mineiro. O dia amanheceu com céu parcialmente nublado nessas regiões, mas o calor ainda predomina. À 11 da manhã fazia 27° C em Uberlândia e 25° C em Uberaba. Até o final da tarde pode chover forte em áreas isoladas dessas regiões. RMBH: Em Belo Horizonte e Região Metropolitana, o sábado amanheceu muito abafado. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, a mínima registrada nessa madrugada na região da Pampulha foi igual a 20,9° C. Às 11 da manhã já fazia 30,2° C nesse local! Ao longo do dia a nebulosidade aumenta e pode chover fraco.
    Atualizado às 11:45

    18 de setembro de 2009

    Calor e pressão em declínio em Minas Gerais

    Essa sexta-feira foi muito quente em grande parte de Minas Gerais. Na capital mineira, a temperatura chegou aos 31,3° C durante a tarde. A pressão atmosférica está em declínio em todo o estado e atingiu a marca de 914,5 hPa em Belo Horizonte, segundo dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia na região da Pampulha. Para efeito de comparação, o maior valor registrado por essa estação nesse ano foi 926,9 hPa, na manhã do dia 11 de setembro. Já o menor valor observado nesse local foi 909,0 hPa, na tarde do dia 3 de janeiro. O valor registrado na tarde de hoje sugere redução da influência do Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul sobre a região, condição que favorece a aproximação de frentes frias e convergência de umidade. Em outras palavras, sugere que o padrão atmosférico da estação chuvosa começa a se revelar. E a próxima semana poderá confirmar esse comportamento: vários modelos meteorológicos indicam alta probabilidade de ocorrência de temporais em quase todo estado de Minas Gerais a partir de terça-feira (22). Preparem-se, pois muita água deve vir por aí!

    Interior de Minas também irá 'ferver' nessa sexta

    A massa de ar quente e seco que predomina sobre o interior do país (imagem ao lado) será responsável por um dia de muito calor e tempo seco nas regiões do Triângulo Mineiro, Centro-Oeste, Norte e Noroeste de Minas. Durante a tarde, a temperatura pode ultrapasar os 33° C nessas regiões. Às 10 da manhã já fazia calor! Confira abaixo os valores de temperatura e umidade relativa registrados nos aeroportos de algumas localidades nesse horário:

    Araxá: 27° C e 34 %

    Uberlândia: 28° C e 42 %

    Uberara: 29° C e 37 %

    Montes Claros: 29° C e 33 %


    Sexta-feira será quente e seca em BH

    A Região Metropolitana de Belo Horizonte terá mais um dia de muito sol e calor nesta sexta-feira. A permanência de uma massa de ar seco e quente, associada à um sistema de alta pressão, impede a formação de nuvens de chuva sobre a região. Essas condições são propícias à queda da umidade relativa do ar durante a tarde. Às 10 da manhã já fazia 25,8° C e umidade relativa de 51 % na região da Pampulha, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia. Hoje, a máxima fica em tornos dos 31° C na capital. A umidade pode ficar abaixo de 30 %.

    17 de setembro de 2009

    Manhã ensolarada e com muito vento em Belo Horizonte

    A quinta-feira começou ensolarada em grande parte de Minas Gerais, inclusive na capital (imagem ao lado). A atividade de um sistema de alta pressão entre o oceano e o continente é responsável por rajadas moderadas de vento leste/nordeste sobre algumas regiões mineiras. Em Belo Horizonte, entre 7 e 8 da manhã, foram registradas rajadas com velocidade de até 38,8 km/h na região da Pampulha (INMET). Às 10 da manhã fazia 23,3° C e umidade relativa de 59 % nesse local.

    16 de setembro de 2009

    BH TEMPO ALERTA: onda de calor vem aí!

    Os próximos cinco dias serão de muito calor e tempo seco em todo o estado de Minas Gerais. Diversos modelos meteorológicos indicam ocorrência de temperaturas acima dos 33° C nas regiões do Triângulo Mineiro, Central, Norte e Noroeste de Minas, além dos vales dos rios Doce, Jequitinhonha e Mucuri. O calor também se fará presente no Sul do estado e na Zona da Mata, onde os termômetros poderão ultrapassar os 30° C. Essas condições devem persistir até, pelo menos, o próximo domingo, quando novas pancadas de chuva podem ocorrer, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

    15 de setembro de 2009

    BH TEMPO acerta previsão e chove em BH

    Quem olhava para o céu ensolarado da manhã dessa terça-feira (imagem acima e à esquerda) dificilmente apostaria na ocorrência de chuva para a capital mineira. No entanto, conforme previsto e alertado pelo BH TEMPO, o calor diurno formou núcleos de instabilidade ainda no início da tarde sobre a Região Metropolitana de Belo Horizonte, provocando chuva isolada. Por volta das 15 horas, o céu fechou sobre a capital (imagem acima e à direita) e pancadas de chuva moderada, acompanhadas por raios e trovoadas, atingiram grande parte da cidade. A temperatura, que havia alcançado a marca de 30,3° C na região da Pampulha, caiu quase 8 graus, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia. De acordo com informações dos portais UAI e O TEMPO, chegou a cair granizo próximo ao bairro Guarani, na região Norte da capital. Amanhã, o calor permanece e a chance de chuva diminui na RMBH.

    Previsão para os próximos 5 dias em Belo Horizonte

    14 de setembro de 2009

    Chove na RMBH

    A passagem de um núcleo de instabilidade sobre parte da Região Metropolitana de Belo Horizonte provoca chuva fraca em pontos isolados de municípios como Rio Acima, Raposos e Nova Lima na noite dessa segunda-feira. Segundo relatos, a chuva começou por volta das 21 horas. O BH TEMPO alertou hoje cedo sobre a probabilidade de ocorrência de chuva a partir dessa noite na Região Metropolitana e arredores. Conforme imagens de radar, também chove fraco próximo às cidades de Ouro Branco e Conselheiro Lafaiete, à sudeste da RMBH. Na capital, ainda não choveu e o tempo está abafado: às 21 horas fazia 24,3° C, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia na região da Pampulha.
    No município de Nova Lima chegou a chover de forma moderada por volta das 21:30. Moradores da região relataram a ocorrência de fortes rajadas de vento.
    Atualizado às 22:31

    Chuva no Sul de Minas e Zona da Mata / Ar quente e seco no restante do estado

    A passagem de uma fraca frente fria pelo oceano permitiu o desenvolvimento de instabilidades sobre o Sul de Minas e parte da Zona da Mata mineira, o que foi responsável pela ocorrência de chuva na tarde dessa segunda-feira em algumas localidades dessas regiões. Em Juiz de Fora, por exemplo, a chuva fraca, acompanhada por trovoadas, começou por volta das 16 horas e a temperatura caiu quase 10 graus! Às 17 horas, o aeroporto local registrou 18° C e umidade relativa em torno dos 94 %. As instabilidades que causaram chuva em Juiz de Fora avançam, agora, em direção às cidades de Rio Pomba, São João Nepomuceno e Cataguases, onde também poderá chover. No Sul de Minas, a chuva cai fraca desde o final da manhã. Na região de Monte Verde (distrito de Camanducaia), a máxima hoje não passou dos 20,7° C. Ontem, a temperatura havia atingido a elevada marca de 24,4° C, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia. RMBH: no restante do estado, inclusive na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a massa de ar quente e seco ainda predominou ao longo dessa segunda-feira. Na capital, os termômetros atingiram 31,5° C e a umidade relativa baixou aos 27 %, conforme dados do INMET registrados na região da Pampulha. Alguns modelos meteorológicos insistem na ocorrência de expressivos volumes de chuva entre o final da noite de hoje e essa terça-feira em pontos isolados da região. Mas, pelo menos por enquanto, não há qualquer sistema convectivo próximo à capital.

    ALERTA: RMBH pode ter chuva ainda hoje

    A aproximação de uma frente fria, o calor diurno e a rápida queda de pressão, poderão formar instabilidades e causar pancadas de chuva isoladas a partir da noite dessa segunda-feira na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Alguns modelos meteorológicos, como o Global Forecast System (GFS), indicam ocorrência de precipitação com acumulado de até 100 mm nos arredores da RMBH. Às 10 da manhã fazia 26,4° C e umidade relativa de 45 % em Belo Horizonte, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia na região da Pampulha. A máxima hoje pode chegar aos 31° C na capital mineira.

    13 de setembro de 2009

    Previsão do tempo nunca terá 100% de acerto, dizem meteorologistas

    Antes de sair de casa e optar por deixar a sombrinha em cima da mesa só porque a previsão do tempo mostra que não vai chover, saiba que você terá pelo 10% de chance de se molhar. Como o próprio nome diz, a previsão do tempo trabalha com probabilidades e nunca terá 100% de acerto, segundo meteorologistas.
    Para a última terça-feira, por exemplo, os institutos previam para a capital paulista um dia de sol entre nuvens com chuvas moderadas. Na prática, São Paulo registrou chuva recorde e viveu um dia de caos.
    Das 8h às 17h foi registrado um volume de 70,4 milímetros de chuva. “Foi uma situação excepcional, que nenhum modelo meteorológico conseguiu prever”, admite Fabiana Weykamp, meteorologista do Climatempo. E nenhum meteorologista também, já que são eles que interpretam os dados fornecidos por computadores.
    “A gente sabia que a frente fria vinha forte e traria chuva, mas não que ia chegar com essa intensidade e com queda de granizo. O modelo não indicava e a gente se baseia nele”, acrescenta Neide Oliveira, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
    No Estado de São Paulo, de acordo com o Inmet, há 29 estações automáticas de medição – onde radares enviam as informações aos institutos a cada cerca de 10 minutos - e 16 convencionais – onde o observador vai três vezes por dia medir. Entre os dados avaliados, estão: umidade do ar, pressão, velocidade do vento e temperatura.
    Os meteorologistas consultados pela reportagem do Último Segundo são unânimes em dizer que a quantidade de chuva é o índice mais difícil de ser estimado. Isso porque as estações representam toda uma região. Com isso, pode-se dizer, por exemplo, que vai chover em uma zona da cidade, mas não determinar com precisão quais os bairros serão atingidos, nem com qual intensidade. “O ideal seria ter mais estações meteorológicas, isso ajudaria nos modelos estatísticos”, afirma Luiz Kondraski, meteorologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
    “A queda de granizo ocorre de forma isolada. Você vê uma área de instabilidade enorme, mas nela tem regiões com diferentes precipitações de chuva”, explica Neide.
    Uma previsão próxima da perfeição, segundo eles, ocorreria se houvesse um aparelho de medição a cada metro, o que é impossível. Mesmo assim, os institutos não estariam blindados contra possíveis erros. “A atmosfera é muito dinâmica”, afirma Neide.
    O atual período, conforme os especialistas, traz um agravante contra as previsões do tempo porque o Brasil está numa época de transição de estação – do inverno para a primavera. “Muitos sistemas passam e há diferenças massas de ar na atmosfera já que estamos saindo de uma estação mais fria e seca no Sudeste para outra mais quente e úmida”, afirma Luiz Kondraski.
    De acordo com os meteorologistas, hoje, uma previsão feita com até 24 horas de antecedência tem até 95% de acerto. Há alguns anos, esse índice não chegava a 90%. “Evoluiu muito”, afirma Kondraski, que desde 1995 trabalha como meteorologista.
    Segundo Fabiana, do Climatempo, houve grande melhoria também nos computadores utilizados para fazer a previsão do tempo e, toda vez que há um evento que não é percebido, como na última terça-feira, faz-se um estudo para saber porque não o detectaram.
    As chances de acerto, no entanto, diminuem significativamente com o aumento do intervalo de tempo. Com cinco dias de antecedência, os acertos caem para cerca de 80%. Quando começou, Kondraski diz que o índice de 70% de acerto adotado hoje para previsões com sete dias de antecedência era usado para cinco dias.
    No Inpe, Kondraski esclarece ainda que há previsões feitas com até 15 dias, mas, nestes casos, a chance de erro é de 50%.
    Desta forma, a recomendação é: fique atento às previsões, confie, mas não se esqueça de ter sempre um guarda-chuva ao alcance.
    Fonte: Último Segundo

    Comparativo entre 2007, 2008 e 2009: período 1° de agosto a 13 de setembro

    O BH TEMPO preparou um material especial sobre o comportamento de alguns parâmetros meteorológicos em Belo Horizonte no período de 1° de agosto a 13 de setembro para os anos de 2007, 2008 e 2009. O comparativo se baseia em dados do Instituto Nacional de Meteorologia, registrados a cada hora por sua estação automática localizada na região da Pampulha. As médias simples indicam que, no período considerado, o ano de 2009 apresenta valor mais elevado de umidade relativa do ar: 62,2 %, contra 56,1 % de 2007 e apenas 53,9 % de 2008. A temperatura, por sua vez, esboçou comportamento inverso à umidade. No período analisado, 2008 teve a maior média térmica: 21,6° C, contra 21,0° C de 2009 e apenas 20,1° C de 2007.

    Em relação à pressão atmosférica, os dados destacam 2007 como ano de maior pressão no período analisado: 923,0 hPa, contra 921,1 hPa de 2009 e apenas 920,4 hPa em 2008. Esses resultados indicam uma maior influência de sistemas de alta pressão atmosférica no ano de 2007. Como esse ano também apresentou a menor média térmica no período, é altamente provável que a pressão mais elevada resulte da atuação de anticiclones polares migratórios naquele período considerado.


    O ano de 2007 também se destaca pela maior velocidade dos ventos e das rajadas de vento. Já 2009 apresenta a menor velocidade média de ventos para o período considerado: 2,4 m/s (8,6 km/h), contra 3,0 m/s (10,8 km/h) de 2007. Essa variável tem seu comportamente diretamente influenciado pela pressão. Geralmente, a aproximação de sistemas de alta pressão (sobretudo polares) provocam rajadas intensas de vento, o que pode ter influenciado os valores observados.



    Capital mineira tem um belíssimo domingo de sol

    A permanência de uma massa de ar seco associada a um sistema de alta pressão sobre Minas Gerais é responsável por mais um dia de sol em Belo Horizonte. Na capital, o céu está absolutamente azul desde o amanhecer, conforme mostrado pela imagem ao lado (10:50 h). Ventos provenientes do oceano ainda atuam sobre a região, o que deixa a sensação térmica agradável. Às 11 da manhã fazia 25,7° C e umidade relativa de 51 %, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia registrados na região da Pampulha. A máxima hoje deve ficar em torno dos 28° C. PREVISÃO: Amanhã, os termômetros sobem um pouco mais na capital. A temperatura pode chegar aos 30° C e a umidade relativa ficar abaixo de 30 %. Já na terça-feira, a passagem de uma fraca frente fria pelo oceano aumenta a nebulosidade e a umidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Para esse dia, a máxima prevista é de 27° C.