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bhtempo

    9 de janeiro de 2010

    Nebulosidade marítima em BH

    A manhã desse sábado é de céu parcialmente nublado a nublado em Belo Horizonte e Região Metropolitana (imagem ao lado). A circulação marítima associada ao domínio da Alta Subtropical do Atlântico Sul é responsável pelo transporte de umidade do Oceano para o continente, o que resulta na nebulosidade estratiforme mostrada na imagem. Essas nuvens têm pequeno desenvolvimento vertical e são incapazes de provocar chuva. A capital mineira terá uma tarde de muito sol e calor, com máxima em torno dos 31°C. Até a próxima terça-feira a chance de chuva é pequena.

    8 de janeiro de 2010

    Massa de ar seco volta a predominar sobre MG



    Uma massa de ar quente e seco, associada ao Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul, voltou a influenciar as condições de tempo em grande parte de Minas Gerais. A pressão atmosférica se elevou rapidamente nas últimas horas, o que afastou a nebulosidade mais espessa e reduziu a umidade relativa do ar. Na capital mineira, a sexta-feira amanheceu com céu limpo, quase totalmente sem nuvens (imagem acima e à dir.). Durante a madrugada, a mínima registrada pela estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) na região da Pampulha foi igual a 18,4° C. No entanto, com o sol forte da manhã, os termômetros subiram rápido e às 11 h já fazia 26,6° C. A máxima prevista para hoje em Belo Horizonte é de 30° C. Até terça-feira o sol deve brilhar intenso na região central mineira, sem previsão de chuva.

    7 de janeiro de 2010

    Nuvens carregadas no Norte de MG / Previsão para o fim de semana

    Áreas de instabilidade formadas pelo calor e a elevada umidade provocam chuva forte, com raios e trovoadas, em pontos isolados do Norte de Minas e dos vales dos rios Jequitinhonha e Mucuri. Segundo dados de estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nessa tarde de quinta choveu nas regiões dos municípios de Espinosa, Salinas, Almenara, Diamantina e Teófilo Otoni. Nessas localidades, a chuva amenizou o calor dos últimos dias. No entanto, como a chuva é bastante localizada, ainda faz calor em alguns municípios próximos. É o caso de Itaobim, a aproximadamente 90 km de Salinas. Nessa cidade, a estação automática do INMET registrou temperatura de 35,2°C às 17 h (em Salinas, no mesmo horário, fazia apenas 21,1° C). Embora Itaobim tenha menor altitude que Salinas, grande parte dessa diferença certamente se deve ao efeito da chuva. PREVISÃO: Nas próximas horas a pressão atmosférica em superfície volta a subir em todo o estado de Minas Gerais, o que reduz a umidade relativa do ar e dificulta a formação de nuvens de chuva. O sol volta a brilhar forte e a temperatura se eleva, inclusive na capital mineira. A estiagem deve durar até, pelo menos, a próxima terça-feira.

    6 de janeiro de 2010

    Calor e elevada umidade provocam temporais em MG



    Nos próximos dias, a combinação entre calor e elevada umidade poderá provocar temporais em pontos isolados do centro-sul mineiro, inclusive em Belo Horizonte e Região Metropolitana. Na capital choveu forte durante a madrugada dessa quarta-feira. Conforme dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) localizada na região da Pampulha, o volume acumulado em apenas duas horas foi de 30,8 mm. Em Belo Horizonte o dia amanheceu com céu parcialmente nublado (imagem acima e à dir.) e temperatura em torno dos 19° C. Às 10 h fazia 23,8° C com umidade relativa de 70 % na região da Pampulha, segundo o INMET. A chuva forte, com raios e trovoadas, volta a atingir a capital até o final da tarde.

    5 de janeiro de 2010

    Pressão diminui e nebulosidade aumenta em BH

    O enfraquecimento do sistema de alta pressão do Atlântico Sul já é visível em Belo Horizonte e Região Metropolitana. Após alguns dias de tempo firme e ensolarado, a redução da pressão atmosférica em superfície, além do calor e a umidade elevada, já resultam em um aumento da nebulosidade nessa manhã na capital (imagem ao lado). A pressão às 9 h dessa terça-feira (918,3 hPa) era quase 2 hPa menor que ontem no mesmo horário, segundo dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia localizada na região da Pampulha. Nesse local fazia 25,0° C com umidade relativa de 63% (9 h). Há expectativa de novas pancadas de chuva no final da tarde de hoje em pontos isolados do centro-sul mineiro, inclusive na capital.

    3 de janeiro de 2010

    Domingo ensolarado em Belo Horizonte



    A influência de um sistema de alta pressão - o Anticiclone Subtropical do Atlântico Sul - determina um domingo de céu limpo e tempo firme em quase todo o estado de Minas Gerais. Em Belo Horizonte (imagem acima e à esq.), o sol brilha forte entre poucas nuvens nessa tarde de domingo. Ontem, a umidade relativa do ar atingiu um mínimo de 33 % às 17 h na capital, segundo registro da estação meteorológica do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade (Pampulha). Agora há pouco (15 h), a mesma estação registrou umidade de 33 % e temperatura igual a 31° C. Até o final da tarde de hoje o calor pode se intensificar e a umidade deve cair ainda mais. O sistema de alta pressão responsável por essas condições de tempo perde força a partir de amanhã e a previsão é de que as chuvas retornem à Belo Horizonte e Região Metropolitana na tarde da próxima terça. Portanto, aproveite esse curto veranico!

    Nova Série: Energias Alternativas

    Quase tudo que rege a nossa sociedade moderna depende de energia: indústria, meios de transporte e até mesmo a agricultura e a vida urbana. É por isso que a cada dia mais pensamos em formas menos poluentes de obtê-la.

    Antenado nisso, o BH TEMPO tem um sonho para 2010 e uma nova série “Energias Alternativas”. Nosso primeiro tema é a energia solar.
    A energia que vem do céu

    POR: ADRIANA MARIANO

    Poucos sabem, mas o Sol é a origem de toda as formas de energia que o ser humano tem utilizado durante sua história e pode ser a resposta para a questão do abastecimento energético no futuro. O Sol é uma fonte indireta, limpa e gratuita de energia dentre as outras energias renováveis mais conhecidas como a hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia dos oceanos.

    As formas mais comuns para captar, cotidianamente, a energia solar são através do uso de coletores ou concentradores solares, e essas possuem tecnologias diferentes para a obtenção da energia.
    Os concentradores destinam-se a usos de energia que requerem temperaturas mais elevadas, como a secagem de grãos e a produção de vapor. Já os coletores são os que, corriqueiramente, vemos em telhados de residências e usados, em grande parte, para aquecimento de água.

    Segundo dados da cartilha sobre Energia Solar da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), os métodos de conversão térmica da energia solar se fundamentam na absorção da energia radiante por uma superfície negra (geralmente pintadas de preto fosco). Este pode ser um processo complexo, que varia segundo o tipo de material absorvente. Envolve difusão, absorção de fótons, aceleração de elétrons, múltiplas colisões, mas o efeito é a energia radiante transformada em forma de calor.

    O aquecedor solar é o equipamento utilizado para o aquecimento da água pelo calor do sol e seu armazenamento para uso posterior. É composto por coletores solares (placas), onde ocorre o aquecimento da água através dos raios solares e um reservatório térmico (boiler), onde é armazenada a água quente para ser utilizada posteriormente, tendo em vista que a maior utilização é no período noturno, quando não temos mais a luz do sol.


    A indústria da construção civil tem acompanhado essa crescente demanda por residências com sistema de energia solar. Hoje a maioria dos projetos de casas e edifícios contam com a tecnologia de energia renovável.

    O preço de coletores de energia solar, para aquecimento da água de 1 chuveiro utilizado em média 4 vezes ao dia, variam de 1.500 a 2.000 reais. O tempo de uso de um coletor pode variar de 15 a 20 anos. A instalação desses coletores deve ser preferencialmente feita por engenheiros elétricos ou por agentes da companhia de energia.

    A economia mensal que a adoção desse tipo de energia proporciona é variável de acordo com o número de utilizações do sistema de aquecimento solar. Mas, estima-se que entre 24 e 36 meses tem-se o retorno do dinheiro investido no equipamento, considerando-se um consumo mensal de cerca de 220 kWh/mês (que é a média da região sudeste por residência).

    Em dias chuvosos e nublados o aquecimento é complementado por um sistema auxiliar elétrico, uma vez que a água já estará pré-aquecida. Esse sistema normalmente fica desligado, devendo ser acionado somente quando realmente for necessário. Existem também aparelhos adaptados para lugares com a temperatura muito baixa.

    Vale lembrar que a temperatura obtida na água com o uso de um aquecedor solar dependerá de fatores diversos como: região, tecnologia empregada, tipo de aplicação, época do ano, condições climatológicas e características outras relacionadas às condições de instalação.

    Em 2010, use energia solar em sua residência!

    SAIBA MAIS:

    Sociedade do Sol